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    A Fundação Casa de Rui Barbosa promove, dentro da série Arquivos Pessoais, mesa-redonda sobre o escritor e a obra de Jorge de Lima (1893-1953). O evento acontece no dia 7 de agosto, às 17 horas, na sala de cursos. A entrada é franca. O evento será transmitido pela internet.


    :: Palestrantes convidadas:

    Marília Rothier Cardoso - Pesquisadora da PUC-Rio: Orfeu se inventa no arquivo;
    Cláudia Fay - Pesquisadora da PUC-Rio: Colagem Literária.


    :: Sobre o homenageado:

    Jorge de Lima nasceu em União dos Palmares, Alagoas, em 3 de abril de 1893. Tornou-se poeta, romancista, contista, jornalista, ensaísta e crítico. Formou-se em medicina e foi deputado estadual, em Alagoas, e vereador, no Rio de Janeiro. Participou do movimento modernista no nordeste a partir de 1925. Como poeta, Jorge de Lima partiu de um lirismo neoparnasiano, acentuando pela escolha do soneto. A partir de 1925, porém, aderiu ao modernismo, o que provocou uma reorientação da sua poesia para novas formas e a brasilidade. É dessa fase o poema "Essa nega Fulô" (1928). Outra nova orientação de sua obra se deu a partir de 1935 com a conversão ao catolicismo. Em 1930, Jorge de Lima mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a clinicar em um consultório na Cinelândia, famoso por reunir intelectuais e amigos, como Murilo Mendes, com quem escreveu Tempo e eternidade (1935). Jorge de Lima foi também artista plástico, tendo publicado o álbum de fotomontagem A pintura em pânico. Em 1952, foi publicada aquela que foi considerada a obra maior de Jorge de Lima, A invenção de Orfeu, extenso poema de tom épico que traduz em heroicidade a tarefa do poeta. Entre suas obras estão ainda: Calunga (1935, romance), Livro de sonetos (1949, poemas) e Guerra dentro do beco (1950, romance). Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 16 de novembro de 1953.

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