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    Memória & Informação 2016

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.

    :: "Processos de degradação em manuscritos iluminados: estudo, conservação e restauro de um livro de horas do século XV do Palácio Nacional de Mafra” (YouTube).  Isamara Carvalho (conservadora e restauradora da Fundação Biblioteca Nacional). 30 de novembro.
    Isamara Carvalho é conservadora e restauradora da Fundação Biblioteca Nacional desde 2006. Mestre em Conservação e Restauro com Especialização em Documentos Gráficos pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

    :: "Grandjean de Montigny e o neoclássico: Da Corte à Província" (YouTube). Carlos Eduardo Barata (diretor do Museu do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro). 23 de novembro.
    Carlos Eduardo Barata – Cau Barata (pesquisador, historiador, genealogista e museólogo. Bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro-UniRio. Diretor do Museu do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro /2014-2016; e Diretor de Informática e Disseminação da Informação do IHGB /2016).
     

    :: “Desvendando o Museu do Arquivo Museu de Literatura Brasileira” (YouTube). Zenilda Ferreira Brasil (atua nas áreas de Pesquisa e Documentação de acervos museológicos e fotográficos, com experiência em diversas tipologias de acervos, como literários, científicos e numismáticos. Consultora da Memória Globo para acervos museológicos (Coleções Roberto Marinho) e pesquisas na área do patrimônio industrial. Museóloga e Mestre em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio - PPG-PMUS pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro em parceria com o Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST). 9 de novembro.
    O Arquivo Museu de Literatura Brasileira, criado essencialmente para preservar a memória da literatura brasileira, primeiro no país a agregar acervos museológicos e arquivísticos que dialogam, de diversos escritores, poetas e compositores com importantes participações no cenário literário brasileiro, cultural, político e econômico. O Museu do AMLB é responsável por um acervo ímpar, dentro do universo de museus literários brasileiros, considerando a maioria, dedicados a um único personagem. O acervo do museu do AMLB necessita que suas coleções sejam documentadas. Desta forma, o museu dará acesso às informações nelas contidas através da pesquisa e contemplar o público com exposições.
     

    :: “A documentação de acervos de ciência e tecnologia como objeto de museu: definindo especificidades a partir do caso do Museu de Astronomia e Ciências Afins/MAST” (YouTube). Cláudia Penha (Museóloga, tecnologista sênior do MAST; Doutora em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio - UniRio-MAST /2016. Responsável pelo Núcleo de Documentação e Conservação do Acervo Museológico/ Coordenação de Museologia. Atua na área da documentação museológica). 19 de outubro.
    A palestrante analisa as características documentais próprias dos objetos procedentes das áreas das ciências exatas e engenharias, buscando reconhecer problemas e propor soluções para a atividade documental desse tipo de acervo. As questões que nortearam as reflexões concentram-se em aspectos relacionados à conceituação da documentação museológica e na premissa de que a documentação de acervos tridimensionais é um tema de estudo da disciplina Museologia. Os procedimentos empregados compreendem a pesquisa bibliográfica, a pesquisa documental em fundos arquivísticos e o estudo da experiência com documentação museológica do MAST.

    :: “Ciência Hoje, Ontem e Amanhã” (YouTube). Maria Lucia Maciel (Socióloga, mestrado em Sociologia na Université Libre de Bruxelles e doutorado em Sociologia na Université de Paris VII. Pós-doutorado no Istituto d Studi sulla Ricerca Scientifica - ISRDS, CNR, Itália. Coordenadora do Laboratório Interdisciplinar em Informação e Conhecimento - LIINC; diretora do Instituto Ciência Hoje; e docente do Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação -UFRJ/Ibict). 28 de setembro.
    Um rápido panorama da Divulgação Científica no Brasil, desembocando na história da revista Ciência Hoje e, depois, do Instituto Ciência Hoje e de suas atividades de divulgação e educação. O reconhecimento institucional/governamental e da Unesco do trabalho feito pelo Instituto. A importância do trabalho da CH nas escolas públicas e o Programa Ciência Hoje de Apoio ao Ensino. Como será a Ciência amanhã?

    :: “Quando a escola vai ao museu” (YouTube). Cristina Carvalho (doutora em Educação pela PUC-Rio. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-Rio, coordenadora do Curso de Graduação em Pedagogia e do Curso de Especialização em Educação Infantil/PUC-Rio e do Grupo de Pesquisa em Educação, Museu, Cultura e Infância /GEPEMCI). 14 de setembro.
    A visita realizada a museus e centros culturais pelo público escolar configura-se como foco central da palestra. Serão apresentados os resultados de uma pesquisa realizada junto a um centro cultural da cidade do Rio de Janeiro, na tentativa de responder algumas indagações: O que acontece no momento da visita? Quais os significados atribuídos à visita pelos sujeitos envolvidos? Como as instituições se preparam para receber o público escolar? Como se estrutura o setor responsável pelo atendimento? De modo geral, a palestra pretende abordar a relação entre museu/ centro cultural e escola e discutir as ações desenvolvidas nesses espaços.

    :: “Tela Últimos dias de Carlos Gomes: Restauração e seus aspectos artísticos e sociais” (YouTube). Rosa Arraes (historiadora, professora, mestre em História pela Universidade Federal do Pará com ênfase em História Social da Arte na Amazônia). 13 de julho.
    A conferencista falará sobre a restauração da tela “Últimos dias de Carlos Gomes”. Relatará aspectos importantes deste resgate e os problemas encontrados para realização deste trabalho naquele momento. Pois o compositor brasileiro Carlos Gomes autor da Ópera O Guarany, morreu em Belém do Pará em 1896. Esta obra foi encomendada pela Intendência de Belém. Cristaliza o olhar atento da sociedade da época e de suas elites dominantes. O compositor é retratado como figura central em seus últimos dias de vida, rodeado por políticos, militares, intelectuais, artistas e representantes das diversas instituições civis e eclesiásticas. Muitos aspectos foram estudados socialmente para que a obra fosse interpretada e restaurada.

    :: “Arquivos pessoais: revisitando conceitos e princípios arquivísticos” (YouTube). Ana Maria Camargo (professora sênior do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo). 7 de julho.
    Ao contrário dos institucionais, os arquivos acumulados por pessoas têm sido considerados, nos organismos de custódia, como conjuntos de documentos autônomos ou como coleções, independentemente do número de itens que apresentam. A partir de critérios que valorizam o contexto em que foram produzidos, propõe-se submetê-los a tratamento em que se adotam conceitos e princípios arquivísticos.

    :: “Caracterização tecnológica das argamassas da Casa de Rui Barbosa” (YouTube). Roberto Carlos Ribeiro (engenheiro químico/Uerj). 8 de junho.
    Será apresentado um levantamento sobre a importância do suporte tecnológico nas atividades de restauro. Também serão mostrados os procedimentos experimentais realizados in situ e em laboratório para avaliar a composição e o estado de alteração das argamassas nas fachadas da Casa de Rui. Por fim, serão apresentados os resultados encontrados nas e as principais conclusões.

    :: "Uma tarde muito especial: meu encontro com Plynio Doyle" (YouTube). Maria Veronica Silva Vilariño Aguilera (professora e jornalista). 27 de abril.
    A jornalista e professora Maria Veronica Aguilera relembra e homenageia o grande bibliófilo, fundador do Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Casa de Rui Barbosa. Fala da emoção do encontro com Doyle, no rastro do manuscrito encontrado nos arquivos de Carlos Drummond de Andrade, objeto de uma pesquisa acadêmica que desenvolvia à época. Revive o cenário e as histórias, que, numa tarde de outubro, a lúcida memória daquele senhor de 93 anos recompôs, entre fotos, livros e documentos, motivando-a a escrever um pequeno livro em sua homenagem.

    :: “Auditoria aplicada à gestão de documentos” (YouTube). Duala Pessoa do Rosário (mestre em Gestão de Documentos e Arquivos pela UniRio, especialista em Gestão Empresarial e Sistemas de Informações pela UFF e bacharel em Arquivologia pela UFF). 13 de abril.
    Será apresentada a auditoria como ferramenta para verificação do cumprimento das normativas relativas à gestão de documentos nos serviços arquivísticos das organizações. Entende-se a gestão de documentos como macroprocesso, que deve ser compreendida de forma abrangente, no sentido de que os elementos de planejamento, execução e acompanhamento sejam considerados no desempenho das ações da gestão de documentos. Propõe uma metodologia de auditoria aplicada à gestão de documentos. Evidencia que a auditoria aplicada à gestão de documentos como uma ferramenta para verificar e evidenciar o grau de cumprimento de critérios, proporciona o fornecimento de informações que subsidiarão o planejamento de melhoria para o macroprocesso de gestão de documentos, influenciando a qualidade dos serviços arquivísticos.

    :: "Um estudo de caso sobre datasets do Ministério da Justiça: dados brutos ou documentos arquivísticos?" (YouTube). Carolina de Oliveira (bacharel em Arquivologia formada pela Universidade Federal de Santa Maria-RS/ UFSM; mestre em Gestão de documentos e arquivos pela UniRio; membro da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos (CTDE/Conarq); e atualmente é arquivista na Autoridade Pública Olímpica - APO). 23 de março.
    O reuso de dados digitais tem sido reconhecido por governos de diferentes continentes como um recurso para dar transparência a suas ações, para a participação e a colaboração dos cidadãos na definição de políticas públicas e como uma iniciativa da esfera pública para ser aberta à sociedade. Qual a origem desses dados governamentais? O objetivo dessa pesquisa é analisar se um dataset publicado numa seção específica do site do Ministério da Justiça é um dado bruto ou um documento arquivístico, com a premissa de que eles estão contidos também em documentos arquivísticos, A conclusão conduziu à observação de que a gestão de documentos apoia a iniciativa de Governo Aberto.

    :: “Museu Casa de Rui Barbosa: entre o público e privado” (YouTube). Aparecida Rangel (bacharel em Museologia pela UniRio; mestre em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social/UniRio; e Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Uerj. Desde 2002 é museóloga do Museu Casa de Rui Barbosa/FCRB). 9 de março.
    A transformação de uma casa em museu deve ser pensada para além de um mero ato jurídico, uma vez que perpassam por esta ação, aspectos sociais, simbólicos e políticos. A residência do jurista Rui Barbosa se insere nesta premissa ao servir como cenário para a criação do primeiro museu-casa público brasileiro. O objetivo da pesquisa a ser apresentada, foi compreender o processo de (re)significação que permeou a alteração de um ambiente privado em espaço público, a partir de um processo musealização da vida da personagem Rui Barbosa.

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