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    Memória & Informação 2015

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.
     

    :: “A Biblioteca Pública no Brasil” (YouTube). Ana Ligia Medeiros (diretora do Centro de Memória e Informação da FCRB. Foi superintendente das Bibliotecas do Estado do Rio de Janeiro, diretora da Fundação Biblioteca Nacional e vice-presidente do Conselho de Cultura do estado do Rio de Janeiro, entre outros cargos). 18 de novembro.
    A situação das bibliotecas públicas brasileiras, a partir da visão de atores políticos e pesquisadores, é o tema da tese "Desconhecida pela comunidade e desprezada pelas autoridades: a biblioteca pública no Brasil". A autora, ainda, percorre a literatura especializada revelando como a biblioteca vem se adaptando ao contexto, refletindo tempo e espaço, mudando a visão de sua relação com seu público. Outro aspecto analisado foi a evolução das políticas públicas para a área de bibliotecas.

    :: “Informação: da Lei de acesso e do Direito a Verdade" (YouTube). Clóvis Ricardo Montenegro de Lima (pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), doutor em Ciência da Informação pela UFRJ e em Administração pela FGV). 21 de outubro.
    Uma abordagem discursiva da informação tem implicações para pensar temas contemporâneos importantes, como a Lei de Acesso a Informação e a Comissão Nacional da Verdade. Cabe afirmar que a informação não é apenas uma produção subjetiva, mas também é co-originária das relações intersubjetivas. Não é uma questão que deve ser acessada: faz parte de uma dinâmica social e comunicativa. Dessa forma, é necessário pensar a efetividade da Lei de Acesso além da organização e manutenção de serviços de oferta e tradução de documentos. Entretanto, a validação democrática da veracidade depende de uma ampla participação discursiva. Verificar a verdade contida em determinada informação, e, dessa forma, validá-la, depende do mundo objetivo que ela está inserida. Assim, a questão da informação não se reduz ao acesso aos documentos, mas está vinculada a possibilidade de discursivamente validar aquilo que contém.

    :: “Programas integrados de preservação e de gestão de documentos arquivísticos” (YouTube). Karina Praxades (bacharel em Arquivologia e mestre em Gestão de Documentos e Arquivos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UniRio). 7 de outubro.
    A falta de compreensão teórica e da aplicação precisa da metodologia firmada em programas consolidados dificultam a implementação da preservação. Mas, afinal, o que é preservar? Quais aspectos técnicos e políticos devem ser considerados? Em qual etapa do ciclo de vida dos documentos os procedimentos de preservação devem ser aplicados? Esse encontro procura demonstrar as atividades inerentes à gestão de documentos que são primordiais para a formulação do planejamento da preservação. Além de apontar para a necessidade de uma abordagem institucional única para todos os documentos arquivísticos, sem distinção de suportes.

    :: "Rodas do Saber, um encontro da memória dos saberes e fazeres do Vale do Café" (YouTube). Beatriz Vidal (pedagoga, arte-educadora e ceramista). 23 de setembro.
    O Projeto Rodas do Saber surgiu como resposta à demanda do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA que, em 2012, iniciou um plano de ação de desenvolvimento sustentável da região do Vale do Café, com foco na reintrodução do café tendo a história como agregadora de valor e visando o protagonismo local. A necessidade do fortalecimento da identidade promoveu encontros que têm como objetivo despertar nos moradores a percepção de seu pertencimento à região, promovendo a troca de seus Saberes e Fazeres. É uma forma de situá-los no contexto histórico, avivando a memória e levando à reflexão sobre a origem das semelhanças da cultura cotidiana dos diversos atores da região. Os encontros acontecem em três modalidades: oficinas (vivência prática), rodas (encontros de relatos) e expedições (ida a campo).

    :: “A ética do arquivista em perspectiva” (YouTube). Bianca Therezinha Carvalho Panisset (arquivista pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Mestranda em Gestão de Documentos e Arquivos pela UniRio. Também é especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela COPPE/ UFRJ. Atualmente, Bianca é servidora pública federal, exercendo o cargo de Tecnologista em C&T Junior na Fundação Casa de Rui Barbosa. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Arquivologia, atuando principalmente nos seguintes temas: arquivística, história oral, religião, ética profissional do arquivista e gestão de documentos. Desenvolveu pesquisa de Iniciação Científica na UniRio). 9 de setembro.
    Para abordar a ética profissional relacionada aos arquivistas, a palestra parte de dois pressupostos: no Brasil a discussão sobre ética profissional na Arquivologia é incipiente e os Princípios Éticos para o Arquivista, produzidos pela Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB), necessitam de revisão e análise científica. Além disso, a ética profissional pressupõe ações, escolhas e condutas no ambiente de trabalho. Esse princípio se relaciona e afeta diretamente quem produz e demanda informação. Nesse sentido, pretende-se analisar as condutas que norteiam a prática do arquivista, a fim de propor reflexões para se pensar os princípios do profissional brasileiro. Para isso foram selecionados cinco códigos de ética internacionais para o arquivista, o código do Conselho Internacional de Arquivos, os códigos das Associações dos Arquivistas Americanos, canadenses, de Quebec, e o código da Associação de Arquivos e Documentos do Reino Unido e da Irlanda. Os códigos de ética são instrumentos que legitimam a profissão, conferindo autonomia nas decisões técnicas e, por conseguinte, contribuem para o bem público.

    :: “Uma casa construída com palavras: o Museu da Inocência em Istambul” (YouTube). Pedro Afonso Vasquez (Escritor, tradutor, fotógrafo e curador, é autor de 25 livros. Formado em Cinema pela Université de la Sorbonne, é mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense, e trabalha como editor de não-ficção na Editora Rocco. Criou o Instituto Nacional da Fotografia da Funarte e o Departamento de Fotografia, Vídeo & Novas Tecnologias do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi diretor do Solar do Jambeiro). 26 de agosto.
    O Museu da Inocência tem caráter ímpar no âmbito dos museus consagrados aos autores e aos temas literários. Isto porque não foi instalado na antiga residência de um escritor, nem tampouco foi concebido a posteriori para capitalizar o sucesso de uma obra clássica. Nasceu do próprio ato da escrita, conforme explicou seu idealizador, o Prêmio Nobel de Literatura, Orhan Pamuk: “Escrevi este romance colecionando, ao mesmo tempo, os objetos que descrevo no livro”. Assim, Pamuk criou um museu no qual as 83 vitrines correspondem aos 83 capítulos do romance, proporcionando ao visitante uma experiência similar àquela sentida pelo leitor, em uma inédita e instigante simbiose entre o universo literário e o museal.

    :: “O futuro da memória digital da Administração Pública Brasileira” (YouTube). Adriana Cox Hollós (Doutora em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ e mestre em Memória Social pela UniRio com especialização em Educação e Treinamento pela Fundação Getúlio Vargas. É docente permanente do Mestrado Profissional em Preservação de Acervos de C&T do Museu de Astronomia e Ciências Afins - MAST. Preside a Câmara Técnica de Capacitação e é membro da Câmara de Preservação de Documentos do CONARQ. Pesquisadora no Grupo de Estudos CRIDI da UFBA. É membro da Rede Cariniana do IBICT/MCT na linha de pesquisa Patrimônio Artístico, Audiovisual e Sonoro). 5 de agosto.
    A discussão sobre memória digital se insere no contexto relativo aos debates sobre as políticas públicas de informação do Estado brasileiro. Parte do pressuposto de que não é possível o acesso continuado à informação, já nascida em meio digital, dissociado de uma política de gestão arquivística e de preservação digital. Faz uma análise política do processo de implantação da Lei de Acesso à Informação, no Poder Executivo Federal para identificar e discutir o contexto, as responsabilidades e as relações estabelecidas entre os atores políticos envolvidos - Controladoria-Geral da União (CGU), Arquivo Nacional (AN) e Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). A preocupação da pesquisa é com a constituição do legado digital para as próximas gerações. Para tanto, é necessário analisar a conformidade da Lei de Acesso à Informação com as políticas arquivísticas formuladas pelo Conselho Nacional de Arquivos, a fim de demonstrar os riscos à constituição do legado dos registros já concebidos em meio digital.

    :: "Linguagens Documentárias: princípios da Teoria do Conceito" (YouTube). Dilza Ramos Bastos (chefe do Serviço de Biblioteca da FCRB, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) do IBICT/UFRJ, mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFF, e bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela UFF). 22 de julho.
    Os processos de comunicação científica são impactados pelas tecnologias da informação afetando os sistemas de tratamento, recuperação e disseminação. É de suma importância que o usuário tenha independência no interagir diretamente com esses sistemas e que haja tratamento diferenciado aos diversos domínios do conhecimento atendendo as suas especificidades. Visando munir o profissional que elabora a informação documentária, não somente de um saber prático, mas também de um saber teórico, a palestra pretende abordar a aplicação da Teoria do Conceito de Ingetraut Dahlberg na elaboração de linguagens documentárias, apresentando princípios necessários para um fazer consciente e, sobretudo, crítico. 

    :: “Circuitos materiais e ritualização de memórias da resistência à ditadura em Frei Tito de Alencar Lima” (YouTube).  João Marcus Figueiredo Assis (doutor em Ciências Sociais. professor Adjunto do CCH da UniRio e do Mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos). 1º de julho.
    A partir da referência discursiva dos motivos do suicídio de Frei Tito, as torturas infringidas ao frade durante o regime ditatorial civil-militar no Brasil (1964-1985), foram analisadas as diferentes manifestações materiais de memórias sobre seus projetos sociorreligiosos. Há uma série de diferentes aspectos que se projetam em imagens, escritos, artigos de museus, acervos documentais, manifestações artísticas, políticas, religiosas. A abordagem parte da observação direta dos meios, lugares e agentes pelos quais se propagam tais materialidades. Esses objetos tem como função a (re)apresentação da vida desse religioso, que transita entre a santidade religiosa, o heroísmo político e o martírio da entrega de si pela morte consentida, consequência de seus projetos sócio-político-religiosos

    :: “Casa Daros: uma intervenção silenciosa” (YouTube). Maria Regina Pontin de Mattos (Arquiteta restauradora, assessora do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural - INEPAC. Graduada pela PUC de Campinas, especializada pela USP e doutorada pela Universidade de Roma La Sapienza. Participou de diversas restaurações no Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória) e Ernani Freire (Arquiteto e professor, graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ . É titular do escritório Ernani Freire Arquitetos Associados Ltda). 17 de junho.
    O edifício onde está instalada a Casa Daros é um expressivo exemplar da arquitetura neoclássica carioca, construído nos anos 1870. O projeto de restauração, requalificação e transformação de uso foi elaborado para abrigar a Coleção Daros Latinamerica - uma das mais abrangentes coleções de arte contemporânea latino-americana da Europa.
    O projeto parte da leitura detalhada e do entendimento do seu caráter construtivo para reconhecer os aspectos potenciais da arquitetura preexistente. As diferenças entre passado e presente são diluídas até alcançar o ponto onde a Arquitetura não esteja subordinada à temporalidade podendo encontrar na complementaridade entre o antigo e o moderno a sua expressão.

    :: “As cartas de Luiz Camillo a Mário” (YouTube). Maria Luiza Penna (filósofa e doutora em literatura brasileira). 3 de junho.
    O encontro aborda a correspondência entre Mário de Andrade e Luiz Camillo no período entre a revolução de 1930 até a queda de Vargas, no final da segunda guerra mundial. Durante estes anos ocorreram muitas mudanças em relação à política do Estado com suas instituições. Nos textos dos autores é possível perceber dois aspectos opostos: a paixão e a racionalidade.
    As cartas demonstram um cruzamento entre o social e o particular, o público e o privado. Dois eixos situam as cartas: um, que trata de problemas gerais da cultura brasileira; outro, da preservação do patrimônio cultural e o estímulo à pesquisa. Ambos persuadidos da necessidade de estudos persistentes para construir um corpus sólido de cultura e civilização brasileiras.

    :: "O som que vem do arquivo" (YouTube). Mariano Marovatto (cantor, compositor e escritor. Doutor em literatura brasileira pela PUC-Rio). 20 de maio.
    As gravações caseiras de Cacaso, feitas num aparelho portátil de fita cassete, compreendem o maior acervo sonoro do AMLB da FCRB. Da mesma forma que seus cadernos – preenchidos fartamente com poemas, anotações teóricas, desenhos e colagens – esse material gravado pelo poeta responde pelo mesmo lugar na sua obra: um processo de criação que se misturava não só com sua vida artística e pessoal, mas com todo o círculo de amigos e artistas, irrelevantes da cultura brasileira dos últimos 40 anos, com quem Cacaso dialogava incessantemente ao longo de sua carreira. Essa fala pretende analisar o arquivo sonoro do poeta nascido em Uberaba enquanto peça fundamental no seu projeto artístico e intelectual interrompido precocemente

    :: “Centros de Memória” (YouTube). Ana Maria de Almeida Camargo (professora do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo). 13 de maio.
    A palestra pretende apresentar a diversidade de características atribuídas aos centros de memória, mapeando as circunstâncias sob as quais foram concebidos; examinar as soluções híbridas a que recorreram, na tentativa de ajustar mecanismos preexistentes às demandas de um novo tempo; discutir seu alinhamento com os órgãos que os criaram; e, por fim, apresentar os elementos que poderiam compor seu perfil institucional, de modo a torná-los eficientes.

    :: “Memória Estatística do Brasil na biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro” (YouTube). Eustáquio Reis (coordenador do Projeto Memória Estatística do Brasil e também pesquisador do IPEA, onde ocupou vários cargos de direção e organizou o Ipeadata),e Gabriela Carvalho (pesquisadora do Projeto Memória Estatística do Brasil e professora de História Econômica na PUC/RJ e FGV). 29 de abril.
    O projeto Memória Estatística do Brasil na Biblioteca do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro (BMF/RJ) é uma parceria da Superintendência Regional do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Internet Archive (IA). Os objetivos são selecionar, documentar, organizar e republicar em formato digital as estatísticas históricas do Brasil dos Séculos XIX e XX que se encontram em formato impresso no acervo da BMF/RJ. Atualmente, o projeto conta com cerca de 4.000 volumes disponíveis na web. Apresentar o desenvolvimento do projeto e discutir a ampliação de seu escopo através de plataformas colaborativas é a proposta da apresentação.
     

    :: "O plano visual de uma capital em transformação. O retrato do Rio de Janeiro nos álbuns fotográficos governamentais (1906-1922)" (YouTube). Maria Pace Chiavari (italiana, arquiteta pela Faculdade de Arquitetura de Florença /Itália e Doutora em Urbanismo pelo PROURB /UFRJ. É autora de publicações relacionadas ao Rio de Janeiro como: “As transformações urbanas do século XIX” em O Rio de Janeiro de Pereira Passos /1895, “Novo olhar, nova tecnologia, o princípio da modernidade“ em A paisagem desenhada: O Rio de Janeiro de Pereira Passos /1994 e o livro “Rio Preservação e Modernidade”/1998). 8 de abril.
    A linha diretriz da pesquisa consiste em demonstrar o papel desenvolvido pela imagem no discurso da história urbana. Tal procedimento corresponde a “transformar as artes visuais em urbanismo” (G.C. Argan) A leitura das imagens fotográficas urbanas contidas em álbuns produzidos pelo governo republicano e sua contextualização em mapas de referência permite reconstruir o plano visual da Capital Federal realizado sob a gestão do novo regime, durante as primeiras duas décadas do século XX.
    Os álbuns selecionados são Av. Central, 8 de março de 1903 - 15 de novembro de 1906, de Marc Ferrez, Vues de Rio de Janeiro – Brésil (~1910) Phot. Musso, e Álbum da Cidade do Rio de Janeiro comemorativo do 1º Centenário da Independência do Brasil 1822-1922. Augusto Malta, Huberti & Baer, S. Hygas, Bippus, Lopes e outros autores.

    :: "Documentação e o registro do patrimônio histórico e a aplicação fotogrametria arquitetural Digital 3D" (YouTube). Adolfo B.Ibañez (Arquiteto pela Escola de Arquitetura de Valencia (2007) e Mestre em Restauração pela Fundação UPC (2007-09) e Teoria e História da Arquitetura pela Escola de Arquitetura de Barcelona. Estudou um ano acadêmico Erasmus no Istituto de Architettura di Venezia , 2004-05). 25 de março.
    A palestra apresenta as contribuições que a fotogrametria oferece para a preservação dos monumentos históricos, na medida em que promove, com agilidade e a baixo custo, um levantamento fotogramétrico rico em informações, com um número excepcional de fotografias que registram objetivamente as características marcantes que os fazem pertencer a esta categoria especial de historicidade. 
    A palestra será complementada com debate com os arquiteta-conservadora Catherine Gallois (Coordenação Técnica /IPHAN).

    :: "Restauração do Jardim do Valongo" (YouTube), Wallace Caldas (arquiteto restaurador, formado pela Faculdade de Arquitetura da UFRJ, já trabalhou à frente das empresas de execução de obras de restauração Ópera Prima e Velatura), 11 de março.
    Projetado pelo arquiteto – paisagista Luis Reis em 1906, o Jardim do Valongo encontra-se a sete metros acima do nível da rua, em um terreno elevado por uma enorme muralha e possui 1.530m² de área plana. Aos fundos, incorpora as curvas de nível da ladeira , o que possibilita o uso de artifícios paisagísticos como a inserção de rocailles (argamassa imitando troncos de árvores).
    O Projeto tem um paisagismo romântico, onde todas as pedras e troncos existentes são falsas, recobertas por argamassa.
    O jardim, no momento da execução, encontrava-se num momento de agravamento de seu estado de conservação. Por outro lado, o Jardim não sofreu intervenções, ao longo do tempo, que deixassem interpretações dúbias quanto à autenticidade. Assim, o projeto do Jardim são as referências do projeto original de Luis Reis de 1906. 

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