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    Memória & Informação 2012

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.

    :: "Plataforma Corisco: novo tema DSpace para acervos memoriais", Pedro Puntoni (diretor da Biblioteca Mindlin e coordenador da Brasiliana USP. Professor associado da Universidade de São Paulo e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/CNPq), 21 de março
    Na sua atual versão 2.0, a Brasiliana USP é oferecida a partir da Plataforma Corisco, um produto desenvolvido pela equipe do projeto Brasiliana USP. A Plataforma Corisco é um sistema integrado de aplicativos para sustentar a implantação e gerenciamento de bibliotecas (repositórios) digitais. Uma solução que busca garantir o apoio tecnológico ao processo social de disseminação dos projetos de digitalização, preservação e publicação (difusão) dos acervos culturais e memoriais brasileiros.

    :: "Repositórios digitais para documentos arquivísticos" (pdf, 88,5 KB), Claudia Carvalho Masset Lacombe Rocha (Arquivo Nacional), 4 de abril
    A produção crescente de documentos digitais desafia produtores e preservadores na busca de soluções para a preservação e o acesso de longo prazo. A solução mais adequada para armazenamento destes documentos são os repositórios digitais, que nada mais são do que armazéns, ou depósitos, de objetos digitais.
    Um repositório digital para documentos arquivísticos deve cumprir com requisitos específicos para dar o tratamento apropriado a estes documentos, tais como ser capaz de: resguardar a autenticidade e a relação orgânica entre os documentos e gerenciar os documentos de acordo com as práticas e normas da área de arquivo.

    :: "O Manuscrito dentro e fora do arquivo", Eliane Vasconcelos (FCRB), 18 de abril
    O objetivo da palestra é mostrar as etapas de classificação do manuscrito nos enfoques arquivísticos e genéticos. Enfatizar o manuscrito literário em suas diferentes etapas de criação - notas de trabalho, planos, esboços, roteiros, versões em autógrafos, datiloscritos ou digitados e em exemplares impressos rasurados.

    :: "Museu do Açude: um museu na natureza e na cidade" (pdf, 58 KB), Paulo Moraes de Sá (Historiador dos Museus Castro Maya-Ibram, autor de publicações na área de patrimônio, museu e história do Brasil), 2 de maio
    A palestra aborda a trajetória do Museu do Açude e sua construção enquanto instituição cultural. Pretende, através da narrativa sobre seu percurso de museu público, discutir as potencialidades e impasses de promover ações museológicas, a partir de seu singular posicionamento geográfico, na confluência entre os territórios da natureza e da cidade do Rio. Buscando refletir sobre os elos que vinculam o imaginário carioca a região da Floresta da Tijuca.

    :: "Os quintais nas Minas Gerais, séculos XVIII e XIX: sociabilidades, cultura material e patrimônio", José Newton Coelho Meneses (UFMG), 16 de maio
    Os quintais são espaços de sociabilidade de vizinhança; são territórios da intimidade familiar e do recolhimento feminino e infantil. Em consonância com a cozinha, e a ela ligados, os quintais suprem o fogão, a mesa e constroem uma identidade mineira que se busca interpretar através de pesquisa documental. Os pomares dos quintais urbanos são a fonte primordial de um processo caro à cultura do abastecimento alimentar e do gosto culinário nas Minas Gerais, construído desde os primeiros tempos da ocupação de seu território.

    :: "O arquivo das artes: memória, corpo e vida" (pdf, 1.19 MB), Marcelo Santos (Professor da área de Literatura (Uerj/UCB), pesquisador de Literatura brasileira contemporânea com tese defendida sobre arte contemporânea e memória, pesquisador-bolsista do AMLB (FCRB), 30 de maio
    A partir do modo como as artes (literatura, artes visuais) se apropriam da ideia de arquivo, a palestra propõe traçar um painel de discussões sobre a memória e sua relação com a subjetividade contemporânea e as noções de corpo e vida.

    :: "Transparência Passiva e a Lei de Acesso a Informações: o papel das ouvidorias públicas federais" (pdf, 423 KB), Érica Bezerra Queiroz Ribeiro (mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina), 16 de junho
    Balanço das ações de transparência passiva realizadas por ouvidorias públicas federais a partir de 16 de maio, quando entrou em vigor a Lei de Acesso à informação (Lei n. 12.527, de 18.11.2011), e as melhores inciativas.

    :: "Arquitetura solarenga rural de Campos dos Goytacazes no século XIX: uma análise histórica e tipológica" (pdf, 4.97 MB), por Humberto Neto (Arquiteto e Urbanista pela Universidade Santa Úrsula, Especialista em Restauro e Reciclagem de Edificações pelo Instituto Metodista Bennett), 27 de junho
    A implantação de inúmeros engenhos na região de Campos dos Goytacazes, norte do Estado do Rio de Janeiro, no século XIX, juntamente com suas casas grandes e demais instalações necessárias à produção do açúcar e álcool, gerou fatos históricos, políticos, sociais e econômicos de visibilidade nacional. Apesar da cidade já ter à época alguma estrutura urbana, na área rural se destacavam imponentes construções, em função de se encontrarem no campo as principais fontes de riqueza: a criação de gado vacum e o plantio da cana-de-açúcar. Com isso era necessário que seus proprietários, os "senhores de engenho", se estabelecessem nas fazendas a fim de fazer um melhor acompanhamento das atividades de seus comandados, fazendo deste espaço as suas residências com seus familiares e criadagem.

    :: "Novos museus, novas tecnologias, novas formas de acervo", Leonel Kaz (jornalista, curador do Museu do Futebol e co-editor de Aprazível Edições. Foi Secretário de Cultura e Esportes do Estado do Rio e diretor editorial da Editora Abril. Foi professor de Cultura Brasileira na PUC e participou da concepção do Museu do Amanhã e do MAR/Museu de Arte do Rio), 11 de julho
    O Museu do Futebol e o Museu da Língua Portuguesa estão entre os mais visitados do país. O que o Museu do Futebol propõe, para além da tecnologia? Já que o Museu do Futebol é um museu da história do Brasil no século XX, contada por meio da paixão pelo futebol, como se tornam possíveis as novas formas de acervo? Por que o acervo pode ser o próprio visitante, que modifica e é modificado pela visita? Como conectar a cidade e o museu? Como se apropriar de novas tecnologias sem deixar que ela, a tecnologia, se imponha sobre o conteúdo? Uma palestra para quem vive museus e para quem faz (ou visita) exposições. Na ocasião, foram examinados os sites Tamschik Media+SpaceJoachim Sauter - kinectic sculpture.
     
    :: "A Pesquisa em arquivologia no Brasil e o papel dos centros universitários", Paulo Elian (graduado em história, doutor em história social/USP, pesquisador e vice-diretor de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz), 25 de julho
    No final dos anos 1970, no contexto da redemocratização do país, ganharam projeção a pesquisa histórica e inúmeros projetos de (re)construção de memórias individuais e coletivas. A renovação da pesquisa em ciências humanas e sociais ampliou a demanda pela sistematização de informações e fontes documentais. Iniciativas do início da década estimularam o surgimento de instituições dedicadas à preservação e à difusão de acervos de políticos, escritores, cientistas, entre outros.

    :: "Preservação digital: desafios, conceitos e perspectivas" (pdf, 679 KB), Margareth Silva (Professora Assistente do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense), 8 de agosto
    Esta palestra apresenta os principais desafios e os conceitos necessários para identificar, administrar e preservar os materiais em formato digital. Serão apresentadas, ainda, as principais perspectivas no que diz respeito à adoção de estratégias e ações que assegurem a longevidade e o acesso contínuo dos documentos digitais.

    :: "Projeto Replicar: a construção duma metodologia de trabalho e pesquisa em indumentária histórica em museus" (pdf, 2,26 MB), Dra. Teresa Cristina Toledo de Paula (conservadora-doutora em têxteis do Museu Paulista / Universidade de São Paulo), 22 de agosto
    A palestra apresenta as principais questões enfrentadas pela equipe durante a execução do projeto, abordando os princípios éticos, técnicos e científicos que nortearam os 18 meses de trabalho do projeto.

    :: "Restauração e conservação de painel em azulejaria de Roberto Burle Marx instalado no Instituto Moreira Salles / RJ"Dr. Wallace Caldas (Atua há 25 anos na restauração e preservação de monumentos e obras de arte na cidade do rio de janeiro São Paulo e Minas Gerais. Atualmente é Sócio diretor das empresas Ópera prima e Velatura restaurações), 5 de setembro
    O painel de autoria do paisagista Roberto Burle Marx foi criado para ser aplicado como pano de fundo de um lago artificial, montado no pátio interno do atual Instituto Moreira Salles, antes residência particular. Foi executado em 1949 pela empresa Osirarte, que nesta época fez painéis para diversos artistas do movimento modernista como Djanira e Portinari. O padrão cromático da azulejaria faz menção a uma parcela da azulejaria portuguesa do século XVIII, predominantemente de tonalidade azul e branca. Embora o padrão tenda ao abstrato, percebe-se certo formalismo com a introdução de figuras como as lavadeiras, pescadores e vendedores ambulantes.
    O painel encontrava-se no momento de agravamento de seu estado de conservação, também decorrente do meio ambiente onde o mesmo se encontra inserido e que acaba por acentuar as patologias, já em curso. Por outro lado, o painel não sofreu intervenções ao longo do tempo que deixassem interpretações dúbias quanto à autenticidade, como observado em outras obras de arte de mesma envergadura. Portanto, via de regra, as referências que norteiam a restauração do painel são as referências do projeto original de 1949.

     :: "Canais de mídias cruzadas: entre o digital e o analógico" (pdf, 3,61 MB)Claudia Duarte (designer, mestre em Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da UFRJ, especialista em Gestão do Conhecimento pela Coppe/UFRJ e em Multimídia pelo Georgia Institute of Technology /Georgia Tech. Pela Avellar e Duarte, atua em projetos web e design gráfico-editorial), 19 de setembro
    Os canais de mídias cruzadas (cross-channel) se diferenciam de canais online isolados (sites, portais, redes sociais) por incluírem não só mídias digitais, como também suportes tão diversos quanto livros, filmes, eventos, exposições e outras mídias. Compõem conjuntos integrados em que a percepção de cada um se enriquece pelo entrecruzamento com o outro e intensifica a experiência de olhar, ver e agir.

    :: "Dados abertos interligados e interoperabilidade entre acervos arquivísticos, bibliográficos e museológicos", Carlos Henrique Marcondes (professor do Depto. de Ciência da Informação e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da UFF. Mestre e doutor em Ciência da Informação pela UFRJ/IBICT, Pesquisador do CNPq), 3 de outubro
    Catálogos Web em sistemas de arquivos, bibliotecas e museus são hoje recursos informacionais fechados, usando tecnologias, padrões e interfaces de próprios, não permitindo navegar de outros recursos para dentro dos catálogos e vice-versa. Tecnologias "Linked Data" – dados interligados –, parte da proposta da Web Semântica, oferecem a possibilidade de interligar recursos informacionais Web através de links semânticos, permitindo aos usuários uma navegação natural e intuitiva, seguindo este links, por estes recursos, independentemente de interfaces de consulta específicas.

    :: "Acessibilidade Científico/Cultural – Ações da Casa da Ciência da UFRJ", Stella Savelli (designer pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, responsável pela acessibilidade científico/cultural da Casa da Ciência da UFRJ e professora especializada em educação de surdos no Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES), 17 de outubro
    A Casa da Ciência da UFRJ vem se fortalecendo como um centro de popularização da ciência. Tem como objetivo aproximar o público da ciência e da tecnologia, desmistificando conceitos científicos, despertando o senso crítico, provocando questionamentos e descobertas a partir de situações que exploram os sentidos e propiciando cada vez mais o encontro entre ciência, arte e cultura. A partir desses princípios a Casa oportuniza ações inovadoras que atuam no acesso à informação científico/cultural às pessoas com deficiência, direito de todos os cidadãos. A proposta é compartilhar um pouco dessa experiência.

    :: "Renovação Museográfica dos artefatos têxteis do Museu-Casa de Rui Barbosa: desafios, metodologia e perspectivas" (pdf, 12 MB), Luz García Neira (doutora em Arquitetura e Urbanismo /FAU-USP e pesquisadora-bolsista /2010-2012 na FCRB), 31 de outubro
    Os têxteis decorativos finisseculares, contribuíram para conformar um padrão decorativo burguês, onde proliferavam padrões e texturas diversas, conferindo grande parte do sentido estético dos ambientes, sensação de conforto e comodidade, além de luxo e distinção aos seus habitantes. A pesquisa desenvolvida pela Casa de Rui Barbosa, que identificou tipologias e padrões de uso desses tecidos, será apresentada a partir da instauração do problema, da metodologia da pesquisa e, também, de sua aplicação como recurso museográfico.

    :: "Guia e roteiros temáticos da arquitetura do município do Rio de Janeiro no século XIX: metodologia para coleta de informações e aparelhamento do banco de dados"Claudia Carvalho Leme Nóbrega (arquiteta, doutora em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003), atualmente é professora adjunta da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro), 14 de novembro
    Trabalhamos com uma nova categoria de análise para patrimônio cultural: Itinerários Culturais, estabelecida na Carta do Comitê Científico Internacional dos Itinerários Culturais do ICOMOS (CIC-ICOMOS, em 2008. Segundo este documento, essa nova categoria de análise permite uma visão mais vasta do patrimônio cultural, o que nos conduz a interpretações mais amplas, com objetivo de compreender e proteger as conexões mais expressivas do patrimônio associado ao seu meio cultural e histórico. Será exposto todo o conjunto de guias e roteiros sobre a arquitetura do século de XIX no Rio de Janeiro, que abrange 36 bairros da cidade com 206 monumentos, distribuídos por 8 roteiros.

    :: "A música no ciberespaço" (pdf, 5.5 MB), Adriana Olinto Ballesté (doutora em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Sistemas e Computação pelo Instituto Militar de Engenharia, graduada em Sociologia pela PUC/RJ. Tem atuado nas áreas de Musicologia e Ciência da Informação dedicando-se especialmente aos temas: sistemas de informação, organização conceitual, biblioteca digital, acervo documental, instrumentos musicais, ontologia), 28 de novembro
    Análise comparativa da produção musical independente dos anos 70/80 com a produção musical no século XXI, observando os pontos de contato e as diferenças relacionadas ao desenvolvimento das tecnologias e das redes virtuais que configuram como afirma Pierre Lévy, "um novo espaço de comunicação, de sociabilidade, de organização e de transação, mas também novo mercado da informação e do conhecimento".

    :: "Experiência do IPAC na preservação do patrimônio cultural na Bahia. 2007-2012", Frederico A. R. C. Mendonça (Arquiteto, Diretor Geral do IPAC), 12 de dezembro
    Completando 45 anos de fundação, o IPAC é uma autarquia vinculada à Secretaria de Cultura do Estado, que tem por finalidade executar a política de preservação do patrimônio cultural da Bahia e estimular e promover as atividades relacionadas com museus, organizando, atualizando e difundindo seus acervos.
    Nos últimos sete anos, tem-se buscado ampliar e democratizar a política cultural para abarcar toda a diversidade do extenso território baiano, visando estruturar um Sistema Estadual de Cultura do qual integram os subsistemas de patrimônio e museus. Nessa perspectiva, objetiva-se criar o Instituto Baiano de Museus / IBAM e elaborar uma proposta de ICMS Cultural para a Bahia, seguindo o exemplo mineiro.
     

     

     

     

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