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    Memória & Informação 2011

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.

    :: "Projeto de Renovação Museográfica do Museu Casa de Rui Barbosa" (pdf, 12 MB), Jurema Seckler (FCRB), Marize Malta (EBA/UFRJ) e Luz Garcia Neira (FCRB), 16 de março
    Palestra sobre os estudos que estão sendo desenvolvidos sobre o ambiente do Museu Casa de Rui Barbosa, que, por variados motivos, acabaram por distanciar seu aspecto visual dos interiores das casas de fins do século XIX. O Projeto vem sendo desenvolvido com o intuito de recuperar as imagens do universo doméstico finissecular.

    :: "Memorial do Rio: a nova sede do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro", Paulo Knauss (professor do Departamento de História da UFF e diretor do APERJ), 30 de março
    Palestra sobre o projeto de arquitetura da nova sede do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de caracterizar como o projeto da nova sede do APERJ se insere nas estratégias de modernização da gestão de documentos públicos da administração pública estadual e no contexto de investimentos do governo do estado do Rio de Janeiro no campo da cultura e da valorização do bairro da Cidade Nova. Além disso, propõe-se interrogar o modelo de edifício para arquivo, chamando atenção para os aspectos do programa arquitetônico que se relacionam com a preservação e a promoção de acervos documentais. 

    :: "A Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva – o seu papel no estudo, preservação e divulgação das Artes Decorativas portuguesas" (pdf, 1.4 MB), Isabel Mayer Godinho Mendonça (diretora do Centro de Estudos de Artes Decorativas da ESAD/FRESS e pesquisadora integrada do IHA-FCSH da Universidade Nova de Lisboa), 13 de abril
    A palestra abordará o papel da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS) na preservação do know-how artístico e artesanal e na sua transmissão na sociedade portuguesa contemporânea. A FRESS, criada em 1953 em Lisboa, teve um papel pioneiro na preservação das características tradicionais das artes decorativas portuguesas e ainda hoje, passado mais de meio século, continua sendo a instituição de referência nesse domínio em Portugal, com várias intervenções também no Brasil.

    :: "As  Memórias da Viscondessa: família e poder no Brasil Império", Mariana de Aguiar Ferreira Muaze (doutora em História pela UFF e professora Adjunta do Departamento de História Unirio), 11 de maio
    A palestra aborda o conceito de família, as estratégias individuais de manutenção do patrimônio, as relações intra e extrafamiliares de frações da classe senhorial e a formação de um habitus de grupo legitimado como mais um elemento de diferenciação social a partir da análise da documentação íntima a qual pertenceu a família Ribeiro de Avellar, rica proprietária de terras, cafezais e escravos em Paty do Alferes, vale do Paraíba fluminense.

    :: "Projeto Acesso Digital Ampliado ao Patrimônio Museológico dos Países de Língua Portuguesa" (pdf, 2.3 MB), Rose Miranda  coordenadora geral de Sistemas de Informação Museal do Instituto Brasileiro de Museus, 25 de maio
    Elaborado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e pelo Instituto dos Museus e da Conservação de Portugal (IMC), o projeto Acesso Digital Ampliado ao Patrimônio Museológico dos Países de Língua Portuguesa visa estabelecer padrões técnicos e informacionais aplicados a sistemas de catalogação e gestão do patrimônio museológico nos países lusófonos. A partir daí, propõe-se uma futura integração e busca unificada em todas as bases de dados relacionadas a acervos museológicos dos países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. 

    :: "Abraçando o verde: memórias de antigos quintais e cercas franciscanas", Maria Angélica Silva (professora associada da FAU/UFAL e coordenadora do Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem), 08 de junho
    A palestra apresentará um percurso por vários jardins, através de seus exemplares mais antigos. Servindo à carro ou a uma comunidade religiosa, no caso a franciscana, conhecida pelo seu apreço à natureza, estes jardins nos falam pela dimensão material, impregnada nos seus lugares de existência, mas também silenciam-se sobre vários aspectos sob os quais nos resta apenas esboçar indagações.

    :: "Prospecções e sondagens sobre um lugar de memória de Niterói/RJ: os remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa", Alejandra Saladino (professora adjunta da Escola de Museologia/UniRio), Carlos Eduardo de Almeida Barata (pesquisador de IC voluntário, Escola de Museologia/UniRio), Natália de Figuerêdo Biserra (pesquisadora de IC voluntária Escola de Museologia/UniRio), 22 de junho
    Nos marcos espaciais da memória coletiva é possível identificar os percursos do tempo e os caminhos trilhados pelos atores sociais. O Recolhimento de Santa Teresa, em Niterói, é uma dessas marcas que revelam, aos olhos mais atentos, o complexo processo de conformação da sociedade brasileira. Erigido em meados do século XVIII para abrigar mulheres, no século XX foi objeto de um processo de patrimonialização e musealização. A proposta é apresentar o projeto de pesquisa – desenvolvido no âmbito do Departamento de Estudos e Processos Museológicos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – que caracteriza o Recolhimento um objeto de análise tanto quanto sobre a condição feminina no Brasil Colônia como sobre a instituição do patrimônio cultural no país.

    :: "Modelagem e status científico da descrição arquivística no campo dos arquivos pessoais", Lucia Maria Velloso de Oliveira (doutora em Ciências pela USP (2011), graduação em História pela UFRJ (1986), graduação em Arquivologia pela UniRio (1992), mestrado em Ciência da Informação pelo Ibict/UFF (2006), Chefe do Serviço de Arquivo Histórico e Institucional da Fundação Casa de Rui Barbosa, preside a Associação dos Arquivistas Brasileiros, membro do Comitê Gestor da Seção de Arquivos Universitários e de Instituições de Pesquisa do Conselho Internacional de Arquivos), 20 de julho
    O crescente uso das tecnologias de informação e comunicação a partir dos anos 1980 impulsionou novas discussões no cenário arquivístico em torno das questões de preservação e acesso aos arquivos, entre outras. Nesse contexto, a comunidade arquivística investiu no desenvolvimento de padrões e modelos para a descrição arquivística, apresentando a possibilidade de intercâmbio entre os arquivos e a ampliação do uso dos acervos como alguns dos objetivos centrais. Contudo, esse processo modelizador destituiu da descrição arquivística sua natureza de pesquisa, na medida em que não foi criado o devido espaço para a discussão teórico-metodológica pertinente à sua natureza. O problema atinge os arquivos em geral. Em nosso trabalho, vamos analisar o impacto desse efeito modelizador e suas implicações no âmbito dos arquivos pessoais, uma vez que suas características mais específicas exigem do arquivista um trabalho de pesquisa detalhado em busca da reconstrução dos vínculos arquivísticos.

    :: "Projeto DAMI - Digitalização do Acervo do Museu Imperial" (pdf, 2.01 MB), Maurício Vicente Ferreira Júnior (historiador, diretor do Museu Imperial / IBRAM / MinC, professor da Universidade Estácio de Sá e da Universidade Católica de Petrópolis) e Plácido Rios Moreira Junior (historiador, coordenador técnico do Projeto DAMI, 17 de agosto
    O projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial (DAMI) teve início no final de 2009 e tem como objetivo digitalizar e disponibilizar todo o acervo do Museu Imperial, incluindo objetos, móveis, obras de arte, livros, periódicos, documentos, fotografias e outros. Até o final do projeto, cuja duração prevista é de no mínimo dez anos, serão digitalizados todos os cerca de 300 mil itens do acervo, o que deve gerar o número estimado de 8 milhões de imagens.

    :: "Da livraria aos acervos digitais: a consagração da literatura sul-rio-grandense do século XX"  (pdf, 540 KB), Alice Therezinha Campos Moreira (graduada em Letras Clássicas /PUCRS, com especialização em Teoria Literária/PUCRS, mestrado e doutorado em Linguística e Letras/PUCRS), 31 de agosto
    A ação da Livraria do Globo e de sua casa editora com a publicação de obras literárias de autores sul-rio-grandenses e sua divulgação por meio dos periódicos Revista do Globo (1929-1967) e Revista Província de São Pedro (1945-1957) favoreceu o aparecimento de uma geração talentosa de escritores e poetas. Contribuiu, também, para sua permanência no cenário literário do Estado e do País. A PUCRS com a criação do DELFOS – Espaço de Documentação e Memória Cultural, inaugurado em 2008, abriga os acervos de documentos de muitos desses autores, fontes primárias de sua produção literária e/ou artística. Nesse espaço se desenvolvem projetos de organização e divulgação desses materiais em sua página na Internet.

    :: "O papel da História da Arte Técnica no processo de análise de obras de arte" (pdf, 19 MB), Alessandra Rosado (pesquisadora do Laboratório de Ciência da Conservação da Escola de Belas Artes da UFMG, especialização em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis/CECOR da Escola de Belas Artes/UFMG/2002 e filiada ao ICOM), 14 de setembro
    Neste trabalho as teorias clássicas das Ciências Humanas e Ciências Naturais foram analisadas com o propósito de investigar através das interferências dessas áreas nos processos de autenticação, restauração e estudo das técnicas e materiais de obras de arte os pontos de contato na conformação da prática interdisciplinar proposta pela História da Arte Técnica. Estudos de caso permitiram avaliar as linhas gerais da constituição dessa nova prática (onde diferentes fases da história da produção de uma obra de arte, muitas vezes podem ser reveladas, fornecendo informações importantes sobre o processo criativo de um artista e suas intenções) e avançar no estabelecimento de um diálogo, sem barreiras, entre as Ciências Humanas e Naturais.

    :: "Espaços de leitura: ambiências e ambientes de formação de leitores", Francisco Gregório Filho (escritor e técnico de promoção e divulgação cultural da Biblioteca Nacional), 28 de setembro
    Ambiente preparado para atividades de promoção das ambiências de produção, narração, fruição, participação e gestação das boas notícias. Lugar do diálogo entre diferentes. De troca de saberes. De convivência. Lugar das idéias e das experiências. O leitor como protagonista. Espaço onde a leitura não se restringe ao livro, mas se estende e se amplia para a música, as artes e outras expressões, que combinadas, permitem as muitas leituras do mundo e da vida. Espaço da cultura, das rodas de escuta.

    :: "Patrimônio Cultural, instrumento de inclusão, empreendedorismo e esperança", Heloisa Helena Costa (Museologa, licenciada em História, Mestre em Ciências Sociais, PhD em Sociologia, especializada em gestão de cidades e de patrimônio; membro fundador do Forum Unesco Universidades e Patrimônio), 26 de outubro
    Identificar maneiras pelas quais o patrimônio cultural pode ser utilizado como instrumento para incluir socialmente pessoas de diversas faixas etárias, promovendo diálogo entre gerações e qualidade de vida.

    :: "O conceito de documento arquivístico frente à realidade digital: uma revisitação necessária”, Rosely Curi Rondinelli (doutora em Ciência da Informação, FCRB), 9 de novembro
    Análise dos conceitos de documento e informação no âmbito da Ciência da Informação e da Arquivologia a fim de, a partir da ideia de um contexto conceitual hierárquico, empreender a análise do conceito de documento arquivístico e da sua aplicação ao ambiente digital, com base na Arquivologia e na Diplomática.

    :: "O Projeto para o novo edifício do Arquivo Público do Estado de São Paulo", Carlos de Almeida Prado Bacellar (professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo, e coordenador, desde março de 2007, do Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil), 23 de novembro
    A grande maioria dos arquivos públicos brasileiros enfrenta graves problemas de falta de espaço para recolhimento de acervos, contando com sedes improvisadas e acanhadas. Tal situação dificulta, a priori, o desenvolvimento de modernas políticas de gestão da documentação pública, uma vez que não se dispõe de áreas para a guarda de acervos permanentes e sua correta preservação.
    Em São Paulo, obteve-se uma profunda alteração na política de arquivos ao se adotar a estratégia de utilizar os alarmantes resultados do diagnóstico dos acervos da administração pública como principal justificativa para demandar melhorias nas condições do Arquivo Público. A elaboração de uma nova estrutura para o organograma institucional, a realização de inédito concurso público, a reforma e ampliação dos edifícios, o estabelecimento de diversos programas pró-ativos junto à administração pública são alguns dos resultados significativos já alcançados.
    Mas, sem dúvida alguma, a construção do novo Edifício Anexo está sendo o grande marco da renovação do Arquivo Público. Com capacidade para armazenagem de 90 km lineares de acervo, sob condições ideais de climatização, teve seu projeto elaborado com a contribuição de renomados consultores, de maneira a alcançar-se um resultado tecnicamente eficiente no espaço físico disponível. A obra tem sua conclusão prevista para dezembro de 2011, e oferece soluções interessantes para a guarda de acervos: onze pavimentos, com climatização central dotada de sistema de termo-acumulação, cobertura térmica externa e moderno sistema de segurança.

    :: "Argamassas para restauro: ensaios importantes para boa especificação", Arnaldo Manoel Pereira Carneiro (professor de Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco)
    A palestra aborda a discussão de alguns ensaios importantes para a caracterização de argamassas inorgânicas, com a finalidade de restauração de monumentos históricos. A partir do entendimento da composição clássica de uma argamassa: aglomerantes; adições; aditivos e a água, apresenta-se os ensaios no estado anidro, fresco e endurecido, como requisitos importantes para uma boa especificação de uma argamassa para restauro. Após essa etapa, vem a complemento das verificações importantes na argamassa quanto ao seu desempenho, a partir da sua aplicação sobre um exemplo de parede que será restaurado.
    Este procedimento é importante para uma boa especificação, pois desse modo há uma redução da possibilidade de incompatibilidade da argamassa com o substrato, sem causar danos ao patrimônio em processo de restauração.
     

     

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