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    Memória & Informação 2009

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.

    :: "Fraturas no olhar: a arte de Cornélio Penna" (pdf, 5.14 MB), por André Luis Rodrigues, 4 de março
    Ainda que tenha como foco principal os quatro romances publicados por Cornélio Penna, a exposição aborda alguns aspectos da obra do artista Cornélio Penna em sua totalidade, mostrando algumas das relações que podem ser estabelecidas entre o pintor e o escritor, entre uma pintura caracterizada por uma linha fragmentada e uma literatura que não deixa de apresentar suas fissuras. Ambas as produções, mesmo que não tenham sido derivadas diretamente da realidade vivida pelo artista, revelam o modo como ele via o homem e o mundo contemporâneos, igualmente fraturados. Tese defendida na Universidade de São Paulo em 2007, vencedora do concurso Prêmio Casa de Rui Barbosa 2008, que destaca as pesquisas realizadas a partir dos acervos da instituição.

    :: "A nova face da biblioteca pública: as experiências de Bogotá, Medellín e Rio de Janeiro", pela bibliotecária Ana Ligia Silva Medeiros (FCRB), atual superintendente de Bibliotecas do Estado do Rio de Janeiro, 18 de março
    A palestra aborda o poder das bibliotecas de combaterem a violência e de promoverem a inclusão social, tomando como exemplo o modelo de Biblioteca Pública implantado na Colômbia. Neste caso, as bibliotecas foram fortes instrumentos sociais, principalmente nas áreas carentes de Bogotá e Medellín. No Brasil, este modelo está servindo de base para o projeto pioneiro de requalificação das bibliotecas públicas do estado do Rio de Janeiro, com o apoio do Ministério da Cultura.

    :: "Ruskin e a preservação no Brasil" (pdf, 4.6 MB), pela arquiteta Maria Lucia Bressan Pinheiro, 1º de abril
    A palestra pretende discutir a contribuição de John Ruskin para o debate preservacionista contemporâneo. Para tanto, serão esboçados aspectos biográficos do intelectual inglês, com vistas à contextualização da "Lâmpada da Memória" na cultura oitocentista européia. Também serão apontadas algumas repercussões de suas ideias no panorama cultural brasileiro do início do século XX, particularmente no que diz respeito à emergência das primeiras iniciativas preservacionistas entre nós.

    :: Candidatura da cidade do Rio de Janeiro a patrimônio da humanidade, pela arquiteta e urbanista Maria Cristina Lodi, 15 de abril
    Palestra sobre o histórico da campanha em prol da candidatura do Rio de Janeiro como Patrimônio da Humanidade, na categoria de Paisagem Cultural.

    :: "Cultura digital e Xemelê: conceitos e aplicações para um mundo digitalizado" (pdf, 4.83 MB), por José Murilo Jr., gerente da Coordenação de Cultura Digital, MinC, 29 de abril
    A digitalização representa uma profunda alteração de produção, reprodução, distribuição e armazenamento de conteúdos simbólicos. O Ministério da Cultura, a partir das experiências de uso da web para comunicação institucional e da implementação das ações de cultura digital, propõe novos conceitos e aplicações para um mundo digitalizado.

    :: "Estudo das encadernações brasileiras do século XIX na Biblioteca Rui Barbosa", por Edmar Moraes (FCRB), 13 de maio
    A apresentação foi feita com base na pesquisa de mestrado intitulada Estudo das estruturas de encadernações de livros do século XIX na coleção Rui Barbosa: uma contribuição para a conservação-restauração de livros raros.
    A dissertação teve como objetivo identificar nas estruturas das encadernações da coleção Rui Barbosa, datada do século XIX, um estilo de encadernação surgida no Brasil com a vinda da Família Real e a inauguração da Imprensa Régia em 1808, quando se estabeleceram no Rio de Janeiro as primeiras tipografias e, com elas, os primeiros encadernadores estrangeiros.

    :: "Tenda Digital: Ambientes de imersão e patrimônio imaterial", por José dos Santos Cabral Filho, pequisador do LAGEAR (Laboratório Gráfico para a Experiência da Arquitetura) da Escola de Arquitetura da UFMG, 27 de maio
    A palestra trata das questões conceituais que embasam os chamados ambientes de imersão digital e discute as possibilidades de uso de tais ambientes como suporte à preservação do patrimônio imaterial. Tomando como base uma argumentação de Vilém Flusser, será contraposta, ao modelo da CAVE, a ideia da Tenda como um ambiente efêmero mais adequado ao caráter fluido dos eventos contemporâneos. Serão apresentados breves estudos de caso de aplicação do conceito de Tenda digital, onde a produção do espaço se dá através do engajamento corporal com imagens.

    :: "Arquivos pessoais, arquivos de memória e o processo de indexação" (pdf, 403 KB), por Isabel Cristina Borges de Oliveira, mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (CPDOC/FGV), 10 de junho
    Resultado do trabalho de pesquisa desenvolvida no curso de Mestrado Profissionalizante em Bens Culturais e Projetos Culturais - CPDOC/FGV, a partir da análise do arquivo pessoal de Ubaldino do Amaral Fontoura foi possível discutir a questão da indexação em arquivos pessoais e os aspectos teóricos arquivísticos que devem ser considerados durante a normalização, padronização e construção de vocabulário controlado, a fim de melhor atender ao usuário.
    O trabalho também discute os arquivos pessoais enquanto arquivos de memória, e como a definição dos pontos de acesso interfere na questão do enquadramento e apagamento da memória.

    :: "Passado Musical - projeto de recuperação de arquivo sonoro da Biblioteca Nacional", por Ana Pavani (Coordenadora do Lambda – Laboratório de Automação de Museus, Bibliotecas Digitais e Arquivos da PUC-Rio) e Sergio Conde de Albite Silva (professor da Unirio), 24 de junho
    O projeto O Passado Musical teve por objetivo recuperar uma parte da memória musical armazenada na Biblioteca Nacional, em seu rico acervo de alguns milhares de discos de 10 polegadas (78 RPM) do repertório brasileiro. O conteúdo desses discos faz parte da história do Brasil, pois neles estão registradas interpretações de músicas brasileiras, bem como seus autores e intérpretes. Contudo, em consequência do tempo de vida e do uso, essas gravações estavam inacessíveis.
    Com o Passado Musical, foi possível recuperar esses discos e permitir o acesso às músicas. Elas estão disponíveis, em formato digital, na íntegra na Biblioteca Nacional e, as de domínio público, na internet.

    :: "A arquivística no laboratório: história, teoria e métodos de uma disciplina", por Paulo Elian (doutor em História Social, vice-diretor de Informação e Patrimônio Cultural da Casa de Oswaldo Cruz / FIOCRUZ), 8 de julho
    O trabalho desenvolve a hipótese de que os elementos conceituais, metodológicos e práticos concebidos pelo conhecimento arquivístico no tema da gestão de documentos encontram-se impregnados dos pressupostos da pesquisa histórica, da concepção de memória social.

    :: "O Espaço da varanda e as práticas sociais da mulher", por Helena Câmara Lacé (doutora em Arquitetura pelo PROARQ ), 22 de julho
    A mulher que hoje circula livremente pelas ruas do Rio de Janeiro e que desfruta de inúmeras formas de sociabilidade, em outros tempos, dispunha de poucos momentos de socialização que ocorriam em grande parte no espaço da varanda. Esse ambiente da arquitetura doméstica carioca, muito comum no período colonial, atravessou os séculos e ainda se faz presente nos dias de hoje por significados adquiridos ao longo da história que são importantes para os hábitos de moradia das pessoas, para o seu modo de vida. Entre esses significados se encontra o da varanda possuir a vocação para promover a socialização da casa – da família que lá habita – com outros grupos sociais, o que em muito vai contribuir para a liberação da mulher.

    :: "O olhar decorativo: ambientes domésticos em fins do século XIX no Rio de Janeiro", por Marize Malta (doutora em História Social (UFF), mestre em História da Arte (EBA-UFRJ) e arquiteta (FAU-USU), 19 de agosto
    Algumas casas na cidade do Rio de Janeiro por volta do último quarto do século XIX se destacaram por representar um modo diferente de pensar seus espaços interiores.  A decoração tornou-se assunto de interesse crescente pelas famílias da boa sociedade, atraindo grande quantidade e diversidade de móveis e objetos porta adentro. Ver esses ambientes domésticos como lugares decorativos demandaram um olhar específico - o olhar decorativo. A partir do conceito de cultura visual, procuramos enfrentar a problemática do decorativo quanto à sua definição, historicidade, natureza, valorização, representação. Trabalhamos com dois grandes eixos de fontes: um em que se evidencia a educação do olhar decorativo e o outro que lida com a construção das competências visuais que possibilitaram e deram visibilidade ao decorativo, por  intermédio de fontes visuais e/ou textuais.

    :: "Imagens e documentos fotográficos em arquivos", por André Porto Ancona Lopez (doutor em História social pela USP, arquivista formado pelo IEB e professor de arquivologia da UnB), 5 de agosto
    A reflexão tem como foco a questão da disponibilização arquivística de imagens, abordando, mais especificamente questões relativas às informações orgânicas. Não se trata, portanto, de um painel técnico sobre "ferramentas" e aplicativos que permitem a recuperação de conteúdos de imagem. Pelo contrário, a idéia é analisar como, a despeito da contínua criação, inovação e disponibilização de "ferramentas" para o gerenciamento de conteúdo, a gestão das informações ligadas à produção arquivística (informações orgânicas, provenientes dos contextos administrativos) deveria ocorrer.

    :: "O legado de Augusto Malta e a memória fotográfica carioca", por Beatriz Kushnir, Roberta Mociaro Zanatta e Sérgio Burgi, 16 de setembro
    Apresentação dos projetos e estudos desenvolvidos pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ),  Museu da Imagem e do Som e Instituto Moreira Salles sobre as coleções de Augusto Malta nas respectivas instituições.

    :: "A obra de Glaziou em Nova Friburgo: parque São Clemente e Praça Princesa Izabel", por Lílian Elma Lima Barreto e Luiz Fernando Dutra Follym, 2 de setembro
    Apresentação das iniciativas municipais de revitalização das obras do paisagista Auguste François Marie Glaziou (1833-1906) em Nova Friburgo e da pesquisa A história da Praça Princeza Izabel em Nova Friburgo: o projeto esquecido de Glaziou, de Luiz Fernando Dutra Folly

    :: "Equipamentos de jardim para áreas históricas", pelos designers Roberto Verschleisser, Elio Grossman e Elayne Fonseca, 14 de outubro
    O jardim da Fundação Casa de Rui Barbosa é um espaço histórico que além de preservar espécies botânicas tem sido objeto de estudo por seu traçado que apresenta lagos artificiais, pequenas pontes e recantos de inspiração romântica, nos remetendo aos projetos desenvolvidos pelo paisagista Auguste Glaziou.

    :: "Eu não sabia que podia entrar": com a palavra, o visitante do Museu Casa de Rui Barbosa, por Roberto Abreu (FCRB), 28 de outubro
    A palestra apresenta análise das questões levantadas na pesquisa de público realizada pelo Observatório de Museus e Centros Culturais em 2005, com o objetivo de  apontar sugestões para uma melhor performance da instituição nos diversos segmentos de público.

    :: "Lugar de morada como lugar de memória: a construção de uma casa museu, a Casa Museu Rui Barbosa", por Rosaelena Scarpeline, 11 de novembro
    Será apresentada a evolução da casa morada urbana no Brasil até depois da primeira república, seus usos dos espaços internos e externos, hábitos e utensílios domésticos que facilitaram e modernizaram as casas, enfocando principalmente a Corte, Rio de Janeiro. A palestra falará também do nascimento do colecionismo doméstico no Brasil levando-se em conta que dentro de uma casa morada colecionamos, lembranças e afetos, objetos úteis ou fúteis, que se transformam em objetos testemunhas de fatos e acontecimentos, lembranças individuais ou familiares que serão passada como herança cultural para as próximas gerações.

    :: "A Cinemateca Brasileira e a preservação de filmes no Brasil", por Carlos Roberto de Souza (Cinemateca Brasileira), 25 de novembro
    O tema deste trabalho é a preservação de filmes e seu foco é a Cinemateca Brasileira. Numa primeira parte, aborda-se a bibliografia existente sobre arquivos de filmes e preservação, definem-se conceitos e explica-se a questão da narrativa adotada. Em seguida, investigam-se as relações entre arquivos de filmes e Estado, com seu consequente reflexo na questão da autonomia de gestão dos arquivos sobre seus acervos. A conclusão questiona a tutela jurídica que a Cinemateca Brasileira se atribui em relação à preservação do patrimônio de imagens em movimento no Brasil.

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