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    Memória & Informação 2017

    Abaixo você encontra palestras apresentadas no ciclo Memória & Informação, dedicado à divulgação de estudos e pesquisas nas áreas de preservação, tratamento e difusão de bens culturais. Este ciclo é promovido quinzenalmente pela Fundação Casa de Rui Barbosa, de março a dezembro.

    “Videoclipe: música, imagem e revolução na cultura pop” (YouTube). Os jornalistas Rodolfo Abreu, Roberto Lúcio Barbosa e Diego Castro recebem os especialistas: Ronald Villardo (O Globo), Jodele Larcher ( diretor de videoclipes) e Ivana Bentes (ECO/UFRJ). 21 de novembro.

    Música e imagens sincronizadas são um grande atrativo. Foi assim que, no começo dos anos 1980, o videoclipe começou a ser produzido em massa, provocando uma revolução na forma de se consumir música. O formato de contar uma história curta em até cinco minutos provocou o surgimento, há cerca de 35 anos, de um canal de televisão inteiramente dedicado para exibí‐los: a MTV (Music Television) nos EUA, que se propagou pelo mundo e chegou inclusive ao Brasil com sucesso em 1990. Influenciador até hoje, na era da internet, o videoclipe continua forte como elemento de divulgação publicitária e de mídia.

    "Qualidade do ar e microclima: relações e interferências na preservação da Coleção Miscellanea Curiosa" (YouTube).  Jandira Flaeschen (Graduação em Conservação e Restauração de Bens Culturais, pela Universidade Estácio de Sá, 2007. Mestra em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia, pelo MAST, 2017). 25 de outubro.

    A pesquisa desenvolvida nos ambientes de guarda de acervo da FBN e sobre a Coleção Miscellanea Curiosa analisou as relações e interferências dos fatores qualidade do ar, condições climáticas e microbiodeterioração para a preservação de acervos documentais e bibliográficos.

    A coleção Miscellanea Curiosa, escolhida como objeto de estudo representativo de acervo bibliográfico, é considerada a primeira publicação de periódicos científicos de Medicina e História Natural editados no século XVII.

    A metodologia utilizada permitiu a análise dos relatórios climatológicos da instituição, das amostragens microbiológicas do ambiente de guarda de acervo e o diagnóstico dos itens da coleção. E através deste estudo, foi elaborada de uma proposta de gerenciamento ambiental e estratégias de conservação preventiva.

    "As humanidades Digitais e a (re)produção do conhecimento: sobre extensões, visibilidades e memória" (YouTube). Ricardo Pimenta (Pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC); Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI/IBICT-UFRJ)). 27 de setembro.

    As Humanidades Digitais são um campo auto-reflexivo cuja aplicação das tecnologias digitais atuam na intermediação da informação científica para a produção e circulação do conhecimento. Mais ainda, parte de uma cultura digital hiperconectada e estética capaz de influenciar a produção do conhecimento e a cultura visocêntrica contemporânea e que trazem consigo a condição e o cenário no qual se moldam grosso modo o futuro das ciências humanas.
    O objetivo da palestra é discutir questões relacionadas ao acesso, à competência em informação, à filosofia da técnica, à estética e à visibilidade como elementos formadores de um capital científico que ganha força enquanto recurso metodológico, de pesquisa e de divulgação/comunicação da ciência em seu espectro humanístico.
     

    "O Conceito de História de Walter Benjamin e a Peste da Pós-verdade" (YouTube). Marco Schneider (pesquisador associado do Ibict. Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - PPGCI-IBICT/UFRJ. Coordenador do PPGCI-Ibict/UFRJ no biênio 2017-2018). 13 de setembro.

    A palestra irá concentrar sobre algumas relações éticas entre informação, verdade e liberdade. Não é fácil definir a verdade e a liberdade. Por outro lado, não é difícil estabelecer o que não são: mentira e opressão. O fascismo é um exemplo extremo do que a verdade e a liberdade nunca podem ser. Com base nessas premissas, articula-se o conceito de história, de Walter Benjamin, a metáfora de Camus sobre o bacilo da peste e o fascismo, e o conceito tomista da verdade, para melhor criticar o fenômeno da pós-verdade, talvez um renascimento das práticas de informação fascistas.
     

    "Livros manuscritos de irmandades religiosas de leigos da capitania de Minas Gerais no século XVIII: materiais e técnicas" (YouTube). Walmira Costa (licenciada em Letras /UFMG, bacharel em Comunicação Social /PUC/MG, especialista em História da Arte e da Cultura /UFMG, mestre em Edição de Texto pela UNL/FCSH (Portugal) e doutora em História pela UFMG. Atualmente, desenvolve projetos individuais e em parceria nas áreas de história do livro, história da arte técnica, diplomática, paleografia, crítica textual, e comunicação em museus). 5 de julho.

    A palestra abordará aspectos da cultura material e artística de livros manuscritos produzidos pelas irmandades religiosas de leigos na capitania de Minas Gerais de 1708 a 1815. Serão discutidas algumas questões relativas à História do livro como artífices na arte da iluminura, confecção, comércio e circularidade de materiais da escrita, da pintura e da encadernação. Também será demonstrado como essa produção ocorreu nas demais capitanias.
     

    "Repensando objetos da coleção de cerâmicas do Museu Casa de Rui Barbosa" (YouTube). Juliana Assis Nascimento (Professora do Instituto de História da UFRJ e doutoranda em História Social pela mesma instituição. Mestra em Conservação Preventiva do Patrimônio pela Université Paris 1 Panthéon – Sorbonne e Mestra em História e Crítica da Arte pela UFRJ). 21 de junho.

    Nesta palestra serão apresentados os principais resultados da pesquisa sobre os objetos cerâmicos da coleção do Museu Casa de Rui Barbosa, realizada no âmbito do Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na área da Cultura, sob coordenação de Jurema Seckler no período de 2014 a 2016 . A abordagem adotada privilegia a investigação dos diferentes ciclos da vida destes objetos e visa restituir a dimensão histórica dos seus contextos de produção, uso e musealização.
     

     “Memória Incógnita: nós, a sociedade-moda e a distopia informacional" (YouTube). Ricardo M. Pimenta (Pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/IBICT do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação/MCTIC; professor permanente do programa de pós-graduação em Ciência da Informação  - PPGCI/IBICT-UFRJ e líder do grupo de pesquisa Informação, Memória e Sociedade  - IMeS/IBICT. 7 de junho.

    Em meio à aceleração tecnológica e informacional, produzimos mais e mais dados e informações onde a sociedade hipermoderna é marcada pela dependência dos objetos técnicos capazes de intermediar nosso processo de construção do conhecimento, onde a relação com a memória ganha novos contornos e questionamentos. Plataformas digitais, redes sociais, visualização de dados, big data, digital tools, entre outros recursos, que utilizamos cada vez mais de forma ordinária, nos colocam novas incógnitas. Como nos relacionaremos com o conhecimento e a memória? Saber, ver e ser está diretamente relacionado ao “poder” de esquecer (e apagar), de lembrar (recuperar) em uma cultura visuocêntrica.
     

    :: “O arquivo de Leon Eliachar: arquivos pessoais e tipologias documentais” (YouTube). Luis Felipe Dias Trotta (graduado em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro /UniRio e em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em Gestão de Documentos e Arquivos pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão de Documentos e Arquivos (PPGArq). Atualmente é servidor da Fundação Casa de Rui Barbosa na função de Técnico em Ciência e Tecnologia no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira). 31 de maio.

    Exame de relação entre arquivos pessoais e teoria arquivística, tendo como campo empírico o arquivo do humorista Leon Eliachar, que está sob a guarda do Arquivo-Museu de Literatura Brasileira (AMLB). Pretende-se expor a trajetória biográfica de Leon, ressaltando sua importância para o humor brasileiro das décadas de 1960 a 1980 e compreender a construção do seu arquivo, relacionando-o com a discussão do tema das tipologias documentais.

     

    :: “A encadernação contemporânea e sua relação com a conservação” (YouTube). Sol Rébora (designer de encadernação). 10 de maio.

    No processo de criação de uma encadernação com desenho contemporâneo, com critério de conservação, a escolha de estruturas e recursos técnicos são o ponto de partida. Somam-se a eles certas condições práticas indispensáveis em função de resguardar o critério estético do livro, que desde sua edição está acompanhado por um pensamento de forma e cor baseado no texto.
    Na encadernação contemporânea, aparece uma linha de trabalho sumamente relacionada com o mundo da conservação, a “encadernação contemporânea para livros antigos”. Novos conceitos que abrem uma proposta de trabalho séria e responsável, integrando conhecimento técnico e criatividade, articulando duas áreas que investigam e trabalham em função do livro.
     

    :: “Conservação-restauração da luneta nº 10783 de Bamberg, do acervo MAST” (YouTube). Márcia Pinheiro Ferreira (mestre em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia pelo MAST). 26 de abril.

    Este estudo de caso, que está no âmbito do programa de conservação do sítio histórico de observação do céu desenvolvido pelo MAST, trata de um exemplar de luneta meridiana acotovelada de Bamberg, cuja intervenção curativa seria feita simultaneamente à restauração de seu pavilhão onde é preservada. No entanto, além de localizar algumas partes dela dissociadas no passado, a pesquisa para construção de sua trajetória de uso revelou considerável carga simbólica em algumas das peças de reposição e em alguns dos danos sofridos pela luneta.
    O tombamento ou a simples musealização de um objeto marca sua nova função simbólica pelos indícios documentais que carrega de sua trajetória de uso. Justamente os danos mais simbólicos da luneta nº10783 de Bamberg foram os que impuseram os limites da intervenção.
     

    :: "Os desafios da preservação e exposição de obras de arte: o caso do acervo Piranesi na Biblioteca Nacional" (YouTube). Gilvânia Faria de Lima (Conservadora-restauradora de acervos em papel. Chefe do Centro de Conservação e Encadernação da Biblioteca Nacional. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais da FGV). 12 de abril.

    O objetivo desse estudo é investigar de que maneira a Biblioteca Nacional responde ao desafio de preservar e dar acesso ao seu monumental acervo, tendo como estudo de caso o acervo Piranesi. Trata-se de um conjunto de 1.600 gravuras reunidas em 26 obras do artista italiano Giovanni Battista Piranesi (1720-1778). O estudo examina a trajetória histórica da área da conservação-restauração de bens culturais, o desenvolvimento do setor de preservação de acervos em papel na Biblioteca Nacional e os processos de acesso da instituição. A análise das intervenções de conservação restauração realizadas no acervo Piranesi no decurso das suas exposições suscitou questões relacionadas à atuação do conservador-restaurador, à ética da profissão e às políticas institucionais de preservação de acervo.
     

    :: "As encadernações de 1850 a 1890 presentes na coleção da Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro: um estudo de caso do livro “ Coleção de cabeças de personagens ilustres” (YouTube). Guilherme Alves da Costa Xavier ( Bacharel em Conservação e Restauração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Teve experiência profissional no âmbito de livros raros durante estágio supervisionado pela Fundação Biblioteca Nacional de 2011 a 2013. Foi bolsista de extensão PIBEX de agosto de 2013 a fevereiro de 2014, tendo experiência na catalogação, diagnóstico e acondicionamento de documentos em suporte papel pertencentes à Faculdade Nacional de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Atualmente é funcionário da Fundação Casa de Rui Barbosa no cargo de Técnico em C&T, tendo especialidade em obras em suporte papel). 29 de março.

    Será apresentado de modo mais amplo o resultado referente ao trabalho de conclusão de curso do graduado em Conservação e Restauração Guilherme Alves da Costa Xavier apresentado em dezembro de 2015 para a banca na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. O objeto de pesquisa trata-se de um livro raro do século XVIII pertencente a Biblioteca de Obras Raras (EBAOR) do Museu Dom João VI da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A publicação foi adquirida como objeto de estudo pela antiga Academia Imperial de Belas Artes (AIBA). Na ocasião, o livro foi considerado um item a ser descartado decorrente do seu adiantado estado de degradação, mas ficou sob guarda temporária com os alunos do curso de Conservação e Restauração onde através de estudos preliminares verificou-se a possibilidade de restauro do objeto bem como sua raridade inserindo-a dentro do patrimônio bibliográfico mundial. A pesquisa trata de forma técnica como foi o processo de restauro, proporciona um resgate histórico da obra para a instituição e ao final através do estudo arqueológico consegue de maneira funcional e ética reconstruir a estrutura original, com cooperação de instituições e consultoria de profissionais de outros países.
     

    :: "Cassino da Urca: passado, presente e futuro de um patrimônio carioca – do Hotel Balneário ao centro de inovação do IED-Rio" (YouTube).  Fabio Palma (diretor do Istituto Europeo di Design do Rio de Janeiro / IED-Rio). 15 de março.

    Aborda o patrimônio histórico e cultural da praia da Urca, Rio de Janeiro. O edifício foi construído em 1922 para abrigar o Hotel Balneário. Pouco tempo depois, em 1933, o imóvel passou a abrigar o lendário Cassino da Urca. Com a proibição do jogo em 1946, o Cassino deu lugar à TV Tupi. Em 1981, a emissora de televisão não tem sua concessão renovada e fecha suas portas. Após anos de subutilização e a consequente descaracterização, a prefeitura tomba e desapropria o local. Em 2006, a prefeitura cede o imóvel ao IED, que imediatamente inicia seu processo de restauro e revitalização. Inaugurado em maio de 2014, o Istituto Europeo di Design – IED Rio integra a escola internacional com sedes na Itália, na Espanha e no Brasil, que une educação, pesquisa e mercado, com enfoque em diversas áreas do Design e em gestão de disciplinas criativas. Moda, Gráfico, Produto, Espaço, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Arte e excelência do made in Italy são alguns dos cenários profissionais aos quais se endereçam os novos percursos formativos propostos pela instituição.

     

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