Fundação Casa de Rui Barbosa
 
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    Rui gostava especialmente de flores e a elas se dedicou, principalmente no período em que morou na rua do Resende.

    Todo sábado, às sete da manhã, ia com o cunhado Carlito à floricultura do Fonseca, na rua do Riachuelo, onde encomendava terra, mudas e rosas.

    Ele cortava hastes secas com o podão, ajeitava galhos para dar às plantas feição estética à medida que cresciam.

    Anotava com cuidado os nomes ao pé de cada uma, a lápis, em tabuletas brancas, "para catalogá-las e posteriormente tentar enxertos".

    No jardim social da Casa encontram-se até hoje flores tradicionais dos jardins brasileiros, como camélias, jasmins ( foto ao lado), magnólias e azaléas. Estas, próximas às escadarias de acesso aos salões.

     

    Flores no jardim social da Casa de Rui Barbosa


    Jasmim-manga

    Jasmim-manga - Plumeria rubra
    O jasmim-manga é uma árvore com aspecto exótico e flores perfumadas. Seu caule e seus ramos robustos apresentam uma seiva leitosa e tóxica se ingerida. As folhas são grandes, largas e brilhantes e caem no outono-inverno. A floração se inicia no fim do inverno e permanece na primavera, com a formação de flores de diversas cores e nuances entre o branco, o amarelo, o rosa, o salmão e o vinho. Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, leve e bem drenado. Não é tolerante ao frio e às geadas. Pode ser cultivada isolada ou em grupos, em amplos espaços, de peferência longe de dormitórios devido ao forte perfume.

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    Veja também
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    > a camélia

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